segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A voz do populismo

Suja suas mãos imundas
Com o veto que encerra
Suja a sua democracia
Ainda que o terno permaneça intacto

Sobrevidas e suspiros de democracia
Mentiras e calúnias de república
Obriga que mantenham a ditadura populista
Sem que antes possam confrontar

Incide no pensamento democrata
Não censura, mas decide
Não tortura, mas impõe
O que poucos querem ouvir

Já não seria bastante
Promessas e afagos
Um horário desinteressado
Dos que se fingem de boa fé

Dos letrados aos analfabetos
Atinge a todos da mesma maneira
Com sensacionalismo e incerteza
Sendo a voz que o Brasil não quer

STF mantém obrigatoriedade de horário da Voz do Brasil

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